BNDES divulga resultado do Edital de Seleção Pública de Projetos Cinematográficos


O BNDES divulgou, na semana passada, o resultado do Edital de Seleção Pública de Projetos Cinematográficos 2011/2012. Foram selecionados 17 projetos de longa-metragem, entre Ficção (incluindo Animação) e Documentários, totalizando um investimento de cerca de R$ 13,4 milhões. A categoria Ficção foi dividida em dois grupos. O primeiro reúne projetos que priorizam a busca de resultados econômicos, enquanto no segundo grupo Leia mais

YouTube e Trama Entretenimento lançam novo canal


Na próxima segunda-feira, 24, o YouTube e a Trama Entretenimento lançam o primeiro canal em live streaming que irá disponibilizar 2 horas diárias de música ao vivo: o “Estúdio Trama ao Vivo”. Com conteúdo gratuito – gravado por 10 câmeras e com tratamento de som feito na mesa Neve, exclusiva de grandes estúdios como o do diretor George Lucas Leia mais

Sony busca desenvolvedores brasileiros para SmartTVs


A aposta da Sony é ser uma iTunes das TVs no Brasil, sendo a plataforma primária para os desenvolvedores criarem aplicativos interessantes e inovadores que funcionem apenas nas suas TVs. Eles mitigam o custo de desenvolver aplicativos diferentes com o modelo de negócios de divisão de receita. Obviamente esse é também um modelo que funciona muito bem para os novos Leia mais

Cinema e Meio Ambiente

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Estão abertas as inscrições para o 14º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), que será realizado na Cidade de Goiás entre os dias 26 de junho a 1º de julho. Os interessados em participar podem inscrever, até o próximo dia 9 de abril, filmes nos gêneros ficção, animação ou documental com temática ambiental produzidos em qualquer parte do mundo. Paralelamente à mostra competitiva, o FICA também promoverá ações de difusão, produção, formação e capacitação na área do audiovisual.

O maior destaque entre os trabalhos apresentados receberá o prêmio Cora Coralina, no valor de R$ 50 mil. O melhor longa-metragem receberá o troféu Carmo Bernardes e R$ 35 mil; o melhor média-metragem ganhará o troféu Jesco Von Putkamer e mais R$ 25 mil; enquanto o curta-metragem mais bem avaliado será premiado com o troféu Acari Passos e mais R$ 25 mil. A melhor produção do estado de Goiás será agraciada com o troféu José Petrillo e R$ 40 mil; e a melhor produção da Cidade de Goiás receberá o troféu João Bênnio e R$ 40 mil. A melhor série ambiental para TV vai ganhar o prêmio Bernardo Élis e mais R$ 25 mil.

Serão consideradas como curtas-metragens as obras de até 29 minutos, médias-metragens de 30 até 59 minutos e longas-metragens com mais de 60 minutos. Um corpo de jurados será indicado pelos organizadores para selecionar as obras inscritas. Durante os cinco dias de festival estão programados a realização de fóruns, mostra de cinema brasileiro, exposição fotográfica, shows musicais, além de debates e mesas-redondas sobre cinema e a questão ambiental.

FICA – Idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, o Fica despontou em 1999 como marco de um novo momento da cultura em Goiás, sob a coordenação do cineasta João Batista de Andrade. Como projeto do governo do estado, por meio da Agência Goiana de Cultura (Agepel), apresenta como objetivos valorizar o cinema, discutir amplamente a questão ambiental, conquistar o título de Patrimônio da Humanidade para a Cidade de Goiás, movimentar o setor cultural como um todo, gerar riquezas (como cultura e informação), empregos e fomentar o turismo. Longas como “Estamira”, de Marcos Prado, e “Tainá – Uma Aventura na Amazônia”, de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, já foram premiados em edições passadas do festival.

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Festival Internacional de Filmes Curtíssimos recebe inscrições

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Estão abertas as inscrições para o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. A quinta edição do evento vai exibir cerca de sete horas de filmes de diferentes formatos e gêneros, de 8 a 12 de maio, em Brasília (DF).

Os realizadores podem inscrever filmes com, no máximo, três minutos de duração, amadores ou profissionais, realizados em qualquer parte do Brasil e em qualquer data. As obras podem até ter participado de outros festivais ou mostras, exceto edições anteriores do Festival de Curtíssimos.

Os filmes selecionados concorrerão a cinco premiações nas categorias Melhor Curtíssimo, Melhor Animação, Originalidade, Júri Popular e Prêmio Melhor Curtíssimo de Brasília. O evento, realizado há 14 anos no exterior, ocorre simultaneamente em 70 cidades de 20 países.

A ficha de inscrição está disponível no site www.filmescurtissimos.com.br.

O prazo se encerra em 12 de abril.

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Intelectuais pedem, em manifestos, saída de Ana de Hollanda do MinC

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Eu, que sou um crítico da maneira como o Governo trata o mercado de entretenimento no país acredito que o MinC tem feito trabalhos importantes e relevantes nos últimos anos.

No entanto, a defesa da ministra Ana de Hollanda ao ECAD foi realmente vergonhosa! Entendo que obviamente suas intenções não estão alinhadas com o público e, isso é motivo para que ela deixe o posto para alguém que consiga representar melhor a cultura do país.

Este é o início de uma semana crucial para a atual ministra da Cultura, Ana de Hollanda. Desde o final da semana passada, manifestos de artistas e intelectuais começaram a circular pedindo abertamente sua substituição à presidência Dilma Rousseff. São assinados por gente à direita e à esquerda, moderados e radicais, notáveis e anônimos militantes da cultura digital.

O Caderno 2 publica abaixo uma das manifestações. Outro documento, uma carta de intelectuais e artistas que será entregue à Casa Civil (cujo primeiro nome assinado é o da atriz Fernanda Montenegro) diz que, “na hipótese de haver a decisão de substituição do titular da pasta da Cultura – tema veiculado na mídia, mas não necessariamente verdadeiro – a classe cultural, aqui representada em suas diversas linguagens e regiões, vem dar sua contribuição cívica, politico-participativa, e apresentar um nome que, certamente, faria a diferença na história do Ministério da Cultura, e aglutinaria os mais diversos segmentos ao seu redor: Danilo Santos de Miranda.”

Danilo Miranda, diretor do Sesc São Paulo, é um nome sempre recorrente em época de crise no MinC. Anteriormente, ele se mostrava reticente, mas agora diz a interlocutores que, se convidado, aceitaria. Quarta-feira, em São Paulo, na festa dos 25 anos do Itaú Cultural, o ator Dan Stulbach disse que “se ministro da Cultura fosse eleito pelo voto direto, Danilo Miranda teria o meu voto”. Mas outros nomes também estão sendo lançados por diversos grupos, entre eles o da atriz Carla Camurati (diretora do Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e o da historiadora Rosa Maria Araújo, do MIS carioca (irmã do novelista Gilberto Braga e parceira de Sergio Cabral no musical Sassaricando).

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Venda de videogames cresceu 53% em 2011

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Natural esse aumento de vendas de console por conta da queda de preço. Não é que as pessoas passaram a jogar mais videogame, mas o videogame é acessível a mais pessoas.

Eu tenho certeza que o videogame será uma das mídias mais importantes nos próximos anos, não só em receita total – isso já é – mas também em termos de investimentos e penetração no público total.

E, quanto mais rápido o Brasil se preparar pra essa realidade – não só comprando consoles, mas desenvolvendo todo um mercado consumidor e produtor – melhor para nós.

As vendas de consoles de games no Brasil cresceram 53 por cento em 2011, informou nesta segunda-feira a agência de pesquisa de mercado GfK Consumer Choices.

Foram vendidas 935 mil unidades, ante 642 mil unidades em 2010, de acordo com o levantamento.

Segundo a empresa, o aumento se deve a uma queda no preço do produto, que leva a um deslocamento do mercado informal para o formal.

“O que está acontecendo é a migração de compras feitas no mercado informal para o oficial”, disse o gerente de negócios de entretenimento da GfK Consumer Choices, Oliver Römerscheidt, em nota à imprensa.

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Mercados Auxiliares

postado em by Camila e Leão em Análises | 2 comentários

Continuando nossa série de posts sobre o marketing e distribuição de um produto de entretenimento – falta pouco! – vamos falar hoje dos mercados e das receitas auxiliares, ou, como são conhecido no mercado: ancillary markets / ancillary revenues.

Conforme já discutimos aqui no blog, muita gente ainda tem a ilusão de que a maioria dos filmes “se paga” durante sua exibição no cinema. As pessoas vêem as notícias e reportagens sobre as bilheterias dos filmes e pensam “o filme custou R$50 milhões e ganhou R$70 milhões na bilheteria, então fez um lucro de R$20 milhões. Infelizmente, como nós, que trabalhamos nessa indústria sabemos, não é bem assim que funciona. O número reportado de bilheteria é o bruto do bruto, ou seja, o distribuidor ainda tem que fazer a divisão – geralmente de 50% – com o exibidor, além de pagar outras contas que são externas à produção. Além disso, muitas vezes o “custo do filme” divulgado involve apenas os custos desde a pré até a pós produção, mas não involvem outros custos essenciais, como o P&A. Os motivos para essas disparidades e “enganação” do público são diversos e polêmicos e não cabem no escopo desse post. Leia mais

Dica da Semana – 16/03/12

postado em by Leão em Dicas | Comente  

Essa dica da semana é sobre um dos meus contadores de história favorito.

Alan Moore

Nesse meio do entretenimento são muitos os autores e autoras que eu realmente adoro. No cinema, posso citar Scorcese, Tarantino, Hitchcock, Spielberg, Coen, Kaufman, etc. Na literatura,  Tolkien, Steinbeck, O’Brien, Vonnegut, Poe, King, etc. Nos games, sou fã de mentes como Ron Gilbert, Tim Schafer, Hideo Kojima, Fumito Ueda, Jonathan Blow, etc. Na TV gosto de nomes como, Cuse, Lindelof, Serling, Carter, etc.

No entanto, pra mim, uma das mentes mais curiosas e brilhantes de toda a indústria do entretenimento não atua em nenhuma dessas mídias, mas em um meio que por muito tempo ficou relegado à condição de “arte inferior” e hoje, apesar de ainda não possuir o respeito que merece, já encontra menos resistência no público em geral. Estou falando obviamente de Alan Moore e dos seus quadrinhos.

Moore talvez seja o autor de quadrinhos mais famoso e ao mesmo tempo mais underground que existe: ele é responsável por várias histórias que foram adaptadas recentemente para o cinema como Do Inferno, V de Vingança, Watchmen e A Liga Extraordinária. No entanto, mesmo tendo seu nome ligado a essas grandes franquias do entretenimento, Moore ainda é um nome pouco conhecido do público em geral e, exatamente por isso, acredito que seja um ótimo assunto para uma dica da semana.

O que mais me atrai no estilo de Alan Moore é sua subversão: para ele, nada é sagrado e nenhuma convenção precisa necessariamente ser respeitada. Moore simplesmente brinca com os arquétipos mais básicos de seus personagens e os coloca de cabeça pra baixo, dentro de situações bastante surreais. Além disso, ele tem uma das características que mais aprecio em bons contadores de história que é sua enorme bagagem de referências: fica nítido toda vez que você lê uma história de Alan Moore que ele está usando de todas suas influências passadas dentro da história. Com isso, acredito que esses quadrinhos fiquem mais ricos ainda, possuindo significados que vão além da trama principal. Watchmen, por exemplo, não é só bacana pela sua trama de como os heróis agiriam se fossem inseridos em um mundo real como o nosso. Talvez por isso seja extremamente difícil adaptar seus trabalhos para outra mídia, especialmente o cinema; as adaptações citadas não fazem jus às maravilhosas obras originais de Moore.

V de Vingança

Sendo assim, vou postar meu top 5 de histórias/quadrinhos de Alan Moore que vocês, apaixonados por entretenimento, têmque conhecer:

5 -Tomorrow Stories – Essa é uma série de quadrinhos que Alan Moore que se assemelha bastante a episódios de Twilight Zone. Ou seja, em cada edição do quadrinho você vai encontrar 4 ou 5 contos diferentes e que mostram o quão a cabeça de Alan Moore é maluca. Destaque vai para Jack B. Quick, uma espécie de Franjinha de Maurício de Souza mais amalucado.

4 -V de Vingança – O quadrinho que inspirou o filme que inspirou todo o movimento Anonymous. Recomendo  fortemente que tentem comprar alguma edição encadernada de luxo ou algo do gênero que contenha os comentários de Moore. Dessa maneira vocês poderão realmente ver o quão complexa e intrincada essa trama realmente é e por que 10 entre 10 pessoas que leram o quadrinho dizem que a versão impressa é muito melhor que a do filme.

3 – O Monstro do Pântano – O que Moore fez com esse personagem clássico da DC é pra ficar na história. Relegado à quinta categoria da editora, Moore consegui recriar um personagem raso de terror em um dos mais fascinantes e complexos já vistos. Leitura obrigatória para qualquer fã de uma boa história.

Watchmen

2 – Batman: A Piada Mortal – Uma das histórias mais famosas de Moore não por acaso. A capacidade de Moore de desenvolver uma história inteligente e que coloca Batman e Coringa em dois lados de uma mesma moeda é de arrepiar. Diz-se na indústria que o discurso do Coringa no filme Dark Knight, quando ele está de cabeça para baixo – uma das melhores cenas do filme – foi altamente influenciada por essa graphic novel.

1 – Watchmen – A obra-prima. Para quem viu o filme e nunca leu o quadrinho, a essência da história está na tela com bastante precisão (com exceção do final). No entanto, os detalhes e referências e descrições alongadas de Moore sobre os conflitos e motivações dos personagens ficaram todas para trás. Portanto, mesmo que você não tenha gostado tanto do filme, vá atrás dessa obra que foi considerada pela revista TIME como uma das obras literárias (não só de quadrinhos) mais importantes da História.

Games prosperam em meio à crise

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Como essa não é uma notícia específica do mercado nacional de games e, portanto, foge um pouco o escopo do blog, vou postar apenas por curiosidade e sem mais comentários.

No entanto, gostaria de dizer que vale MUITO a leitura mesmo para quem não se interessa por jogos eletrônicos, pois acho que existem algumas lições que podem ser aprendidas com a indústria de games como distribuição digital, fidelização de marcas, inovação e exploração de modelos de negócios alternativos.

Se 2011 foi um ano ruim para a economia, o mesmo não aconteceu com as empresas que criam e distribuem games. Elas estão rindo à toa. Enquanto o mundo real aperta o cinto, os jogos eletrônicos batem recordes.

No ano passado, o mercado movimentou 125 bilhões de reais, um crescimento de 7% em relação a 2010. O faturamento vem desde a venda de jogos para consoles até aplicativos para smartphones. Segundo a consultoria especializada em games DFC Intelligence, o mercado deve crescer 20% até 2016.

Esse aumento será impulsionado pelo sucesso de jogos comandados por sensores de movimento como o Kinect, pelo relançamento de clássicos dos videogames e pela disseminação da cultura “freemium”, em que jogos gratuitos vendem itens para melhorar a experiência do jogador ou exibem anúncios.

Quando comparados a outras formas de entretenimento, o sucesso do mercado de games fica ainda mais evidente. Lançado no final do ano passado, o Call of Duty Modern Warfare 3 faturou 775 milhões de dólares na primeira semana de vendas.

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Brasileiros usam mais a internet do que assistem à TV

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Essa é uma tendência irrversível no mundo, ainda que vá demorar a se realizar. No entanto, o que me impressiona é a paixão do brasileiro por internet, mesmo tendo uma das piores redes de acesso do mundo inteiro.

Já vi diversas pesquisas que nos colocam entre os maiores consumidores de diferentes produtos e serviços virtuais, o que realmente me espanta. Imagino que o potencial do país seja ainda maior se acabarmos com a pirataria e, ao mesmo tempo, disponibilizarmos conteúdo de maneira prática e fácil para os consumidores.

Uma nova pesquisa da Forrester mostra que, até 2016, 57% dos brasileiros estarao online – hoje sao 47%. Dados do último trimestre de 2011 indicam que o uso da internet por aqui já ultrapassa de longe as mídias tradicionais. Em média, os brasileiros passam 23,8 horas por semana usando a internet e 6,2 horas assistindo TV – veja no gráfico, que mostra ainda a similaridade no consumo de mídia entre Brasil e México Dos 2,006 brasileiros entrevistados, 89% acessam redes sociais regularmente e 86% assistem a vídeos no YouTube. A web mobile ainda tem muito espaço para crescer – 40% dos entrevistados acessam a internet através de dispositivos móveis, mas apenas 24% desses diariamente, passando em média 2,2 horas semanais conectados.

Vi no BlueBus que comentou matéria do AdAge

Sony lança serviço de streaming gratuito no Brasil

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E mais um serviço de video na internet aparece no Brasil. Esse sei por fontes de grau 0 que já estava tentando entrar há mais de um ano. Pra ser sincero usei muito pouco o Crackle na minha vida e não vejo diferencial ou vantagem nele. Sei que possui conteúdo próprio, o que é ótimo, mas sempre me pareceu uma plataforma mal-feita e capenga.

Acho que a Sony deveria apostar muito mais no serviço Video Unlimited dela (esse sim, um serviço excelente!) e até mesmo unificar essas marcas. Não vejo espaço para o Crackle no mercado, mesmo sendo um dos primeiros serviços do tipo.

Quem sabe no Brasil eles não têm uma melhor sorte?

A Sony lançou no Brasil sua plataforma Crackle, serviço gratuito de streaming de filmes e séries de TV.

A plataforma Crackle já existe há mais de 4 anos, porém somente agora a Sony oficializou a disponibilidade no Brasil.

Os usuários devem criar uma conta no site para que então possam assistir filmes e séries em cópias dubladas e legendadas gratuitamente.

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Time For Fun e Disney firmam parceria para trazer musicais à América do Sul

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O entretenimento ao vivo é um mercado que tem crescido bastante nos últimos anos. Algumas análises que tenho lido indicam que um dos motivos para esse crescimento é que esse mercado de entretenimento ao vivo é um dos poucos que ainda possui uma das características mais monetizáveis a qualquer produto de entretenimento: a sensação de urgência.

Hoje, com exceção de algumas propriedades intelectuais de entretenimento, o consumo desses produtos é feito na maior conveniência do consumidor: se não der pra ver o filme nos cinemas ele espera até sair em VOD ou DVD; se não conseguiu ver o último capítulo da novela, ele grava no DVR; se não tem dinheiro pra comprar o novo game do XBOX, ele espera até ter algum saldão de games. São poucas as experiências que ainda possuem essa característica do “preciso ver isso hoje, porque semana que vem não terei mais essa possibilidade”. Claro que musicais da Broadway costumam ficar anos e anos em cartaz, mas mesmo assim a experiência ao vivo nunca é a mesma em dias diferentes, então essa urgência ainda pode ser encontrada.

Por conta disso, devemos receber de braços abertos os eventos ao vivo, como produtores de conteúdo de entretenimento.

A Time For Fun firmou parceria com o Disney Theatrical Group para trazer à América do Sul grandes musicais da Broadway. A companhia comprou os direitos de promoção exclusiva de três dos principais conteúdos da Disney-DTG: “Mary Poppins”, “A Pequena Sereia” e “O Rei Leão”.

O acordo reforça as atividades da empresa no segmento. A T4f é a maior empresa de entretenimento ao vivo da América do Sul – com operações no Brasil, Chile, Argentina – e a 4ª maior do mundo.

Os espetáculos, que terão suas primeiras montagens em solo sul-americano, foram sucesso de arrecadação no exterior. Em 2011, a montagem de Mary Poppins faturou mais de 45 milhoes de dólares só nos Estados Unidos.

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