Novas formas de distribuição de conteúdo continuam crescendo aqui no Brasil. Como é o caso, da nova SundayTv, serviço on demand do Terra. O canal acabou de inaugurar a primeira web serie chamanda “Desconectados”.
Iniciativas como essa, não só aquecem ainda mais o mercado de audiovisual como também fornece outras alternativas de distribuição para produtos de entretenimento que não tenham espaço no canal aberto e fechado de televisão.
Estamos torcendo para que dê certo.
O Sundaytv, serviço de video on-demand do Terra, estreou na última terça-feira, 5, sua primeira produção original, a websérie “Desconectados”, que o usuário pode ver gratuitamente. A série de dez episódios de dez minutos foi produzida pela gaúcha Cubo Filmes e conta a história de um grupo de estudantes de artes plásticas de vinte e poucos anos em busca da identidade artística e pessoal.
A iniciativa faz parte da estratégia do Sundaytv de oferecer produtos inéditos, além de produções nacionais e independentes que são vistas apenas em mostras ou festivais. “O formato de conteúdo ainda é um formato muito offline. O nosso objetivo ao trazer este tipo de conteúdo é fazer com que as pessoas comecem a entrar no serviço e saibam que podem consumir outros tipos de conteúdo. Queremos aos poucos mudar o conceito de que só há produção americana”, explica Pedro Rolla, diretor de produtos de mídia do Terra.
Outros conteúdos originais devem ser oferecidos gratuitamente. Para julho, está prevista a estreia de uma nova websérie, “Bipolar”. Também no mês que vem, o Sundaytv deve estrear o novo longa-metragem de Carlos Gerbasi, “Menos que Nada”, ao mesmo tempo que o cinema e de forma gratuita. O executivo explica que os modelos de negócio são bastante flexíveis. No caso do longa, o Terra entrou no projeto desde um começo, com apoio e recursos. “Tudo depende muito da visão do produtor. A gente ainda vem de um mercado em que as pessoas primeiro pensam na TV e se não dá certo tentam levar para a web. Talvez em alguns anos teremos mais gente produzindo para Internet e celular do que para a TV. Os orçamentos serão adaptados, também”, observa Rolla.
Leia o resto aqui




















