O Brasil e a Economia Criativa

Pra continuar no tema da economia criativa, segue duas breves menções no Brasil Econômico de ontem.

De fato, todo eeses movimento em direção à economia criativa no país é algo que tenho visto faz bastante tempo.

Pra ser bem sincero, desde o governo do Lula já lia diversas notícias e insinuações de que eles consideravam essa “indústria” como uma das mais estratégicas para posicionar o país como um líder global nos próximos anos.

Obviamente que concordo com isso; a economia criativa (que engloba outras áreas e não só a cultura e o entretenimento, mas tudo que dependa de criatividade, como arquitetura, empresas de inovação, propaganda e marketing, etc.) faz com que os produtos e serviços colocados no mercado – principalmente o de exportação – tenham valor superior às commodities das quais o Brasil tem se mostrado muito dependente.

A melhor maneira de se diferenciar um produto ou serviço é se imprimir uma característica única nesses, principalmente por meio da criatividade, pois essa depende do “cérebro” das pessoas que criam esses produtos ou serviços. Com isso, a cópia ou reprodução desses produtos ou serviços fica dificultada. Fazer isso com as commodities, no entanto, é impossível, até pela definição de commodities: “produtos de base em estado bruto (matérias-primas) ou com pequeno grau de industrialização, de qualidade quase uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores” (Wikipedia).

Portanto, fica claro que o Brasil tem sim que começar a se posicionar como um exportador de produtos e serviços diferenciados e, a melhor maneira de se fazer isso é por meio da Economia Criativa.

A exportação de bens e serviços ligados à economia criativa no Brasil aumentou de US$ 2,4 bilhões, em 2002, para US$ 7,5 bilhões, em 2008. O volume, no entanto, ainda é inferior ao observado em outros países, como a China, que exportou em 2008 US$ 84 bilhões em bens e serviços do segmento. A conclusão é do Relatório de Economia Criativa 2010 das Nações Unidas. A chefe do Programa de Economia Criativa da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), Edna dos Santos-Duisenberg, enfatizou que, apesar do crescimento, o Brasil ainda não se encontra entre os 20 maiores produtores do setor, liderado por China, Estados Unidos e Alemanha.

Leia o resto aqui (página 17)

postado em by Leão em Notícias

Resposta a O Brasil e a Economia Criativa

  1. Pingback: O Brasil e a Economia Criativa, por Sob o Holofote | Economia Criativa | Scoop.it

Comente