Criadora de 'Final Fantasy' quer desenvolver jogos no Brasil


Obviamente que sou 100% a favor dessa parceria da Square-Enix com a ACIGAMES para desenvolvimento de jogos no país. Acho que esse modelo de "entrada" no mercado é realmente mais conservador quando comparado com outros estúdios, como a Ubisoft - que tentou criar seu escritório em São Paulo, mas teve que fechá-lo depois de alguns meses - mas acredito Leia mais

Crowdfunding para game 100% nacional


Tentando capitalizar na nova "moda" do crowdfunding: a criação de jogos, a ACIGAMES e a Gameblox Interactive estão tentando trazer o Pier Solar pra Download e DVD. Obviamente que eu apoio 100% esse tipo de iniciativa e espero que dê muito certo não só para esse jogo, mas que esse modelo se torne um modelo viável para que possamos desenvolver Leia mais

Edital Rumos Itaú Cultural


O Itaú Cultural lança, por meio do programa Rumos, três novos editais: Cinema e Vídeo, que chega à sua sétima edição; Dança, na sua quinta edição; e Moda e Design, inédito. Acesse o texto completo de cada um deles. Para se inscrever, você deve primeiro acessar sua conta. Caso não tenha uma, cadastre-se. Em caso de dúvidas, veja se sua questão foi respondida no FAQ ou nos envie uma Leia mais

Criadora de ‘Final Fantasy’ quer desenvolver jogos no Brasil

postado em by Leão em Notícias | Comente  

Obviamente que sou 100% a favor dessa parceria da Square-Enix com a ACIGAMES para desenvolvimento de jogos no país. Acho que esse modelo de “entrada” no mercado é realmente mais conservador quando comparado com outros estúdios, como a Ubisoft – que tentou criar seu escritório em São Paulo, mas teve que fechá-lo depois de alguns meses – mas acredito que permita também testar o mercado e a mão-de-obra de maneira segura e tácita.

A Square Enix, produtora responsável pelas séries “Final Fantasy” e “Dragon Quest”, está de olho nos desenvolvedores de games brasileiros. Descobrir talentos aqui e na América Latina são os objetivos da companhia com um concurso, o “Square Enix Latin America Game Contest 2012″ , e a presença do fundador e presidente, Yasuhiro Fukushima, no Brasil, além de divulgar o concurso para estudantes, é tentar viabilizar uma filial da companhia no país.

“Nosso objetivo é identificar talento. Este é o principal ponto”, afirma Fukushima em entrevista exclusiva ao G1. “O objetivo é que, no futuro, possamos desenvolver [um jogo] com o talento identificado aqui, criando games para o mercado latino-americano. São jogos produzidos aqui e focados para o público local”.

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Entrevista – André Mello

postado em by Leão em Entrevistas | Comente  

Hoje vamos entrevistar André Prudente de Mello, 36 anos, sócio e administrador
do Teatro Frei Caneca a 7 anos, desde sua inauguração. Essa entrevista é um prato cheio pra quem pretende administrar espetáculos ao vivo e poder entender um pouco melhor do lado do administrador dos espaços culturais. Além disso, é um bom exemplo de como o empreendedorismo nessa nossa indústria rende frutos, se bem administrado

O Teatro foi inaugurado no dia 06 de maio de 2005 es está localizado dentro do Shopping Frei Caneca, no 6º andar, bairro da Bela Vista, região central de São Paulo. O Teatro tem capacidade para 600 pessoas com 3 mil
metros de área, somando-se plateia, área técnica e foyers. A ficha técnica completa pode ser visualizada no site oficial; www.teatrofreicaneca.com.br

Sob o Holofote – Como você vê o mercado brasileiro em termos de demanda por produtos
culturais e de entretenimento?

André Mello – É um mercado que não para de crescer, principalmente no eixo São Paulo-Rio
de Janeiro. Semanalmente temos diversas opções de shows musicais,
espetáculos de teatro com dança, prosa, musicais diversos e por conta desta
demanda é cada vez mais comum a “importação” de espetáculos principalmente
da Broadway, atualmente só em São Paulo temos mais de 5 musicais de grande
porte, todos com muita procura do publico pois a qualidade da adaptação
destes espetáculos é excelente, feitas por profissionais de alto gabarito.

 

SoH – E em relação às oportunidades de empreendedores nessa indústria?

AM – Existem os dois lados neste mercado, em uma ponta estão os produtores
culturais e na outra estão os espaços onde os eventos são realizados. Cada
um trabalha no seu próprio risco, os produtores são os responsáveis pela
criação dos shows, contratação dos profissionais, divulgação, captação de
recursos, etc. Para viabilizar seus projetos, sejam eles pequenos, médios ou
grandes quase todos os produtores se utilizam das leis de incentivo à
cultura, existentes nos âmbitos federal, estadual e municipal, com isso
muitas empresas passaram a incluir a cultura como item estratégico para o
seu posicionamento de mercado.

Do outro lado estão os espaços para a realização destes eventos, no meu caso
com o Teatro, temos que oferecer a melhor estrutura possível para desta
forma aumentar a visibilidade no mercado visando atrair os melhores
espetáculos, as melhores parcerias, apoios e patrocínios.

 

SoH – Há de fato uma melhora geral nos processos dentro da administração da
cultura e do entretenimento no nosso país?

AM – Sim, existem profissionais cada vez mais capacitados trabalhando na área de
cultura e entretenimento no Brasil, existem varias empresas especializadas
na produção e execução de eventos culturais como shows, exposições,
espetáculos teatrais e outros.

 

SoH – O Teatro Shopping Frei Caneca, assim como outros espaços, têm
apresentado bastantes musicais e shows de stand-up comedy. Você acha que o
Brasil tem se limitado muito a essas opções de cultura ou é um movimento
natural do mercado?

AM – É uma tendência de mercado que esteve em alta nos últimos dois anos, porém a
demanda deste tipo de espetáculo já diminuiu bastante, no ano passado no
nosso teatro tivemos uma temporada com três espetáculos diferentes na mesma
semana, já este ano não temos nenhum.

 

SoH – Quais são algumas formas criativas e empreendedoras que um espaço
cultural pode buscar para diversificar suas receitas? Existe alguma maneira
para desenvolver novos mercados, ou tudo depende dos parceiros artísticos?

AM – No caso do Teatro Frei Caneca utilizamos bastante o nosso espaço em horário
comercial para a realização de eventos coorporativos, palestras, workshops,
etc. É um mercado muito rentável pois a realização é bem mais simples e com
isso gera menos despesas.

 

SoH – Qual o papel das plataformas digitais nesse mercado?

AM – As plataformas digitais são fundamentais em quase todos os tipos de negócio
atualmente e na área de entretenimento e cultura não é diferente. A
divulgação é fundamental no nosso negócio por isso precisamos manter nosso
site sempre atualizado além de participar sempre que possível também de
redes sociais como youtube, twitter e facebook.

 

SoH – Quais as maiores dificuldades de se administrar um espaço cultural no
Brasil?

AM – O Teatro Frei Caneca tem como seu principal negócio a exibição de
espetáculos teatrais, somos uma empresa privada mesmo assim somos obrigados
por lei a conceder descontos nos espetáculos de teatro para estudantes,
aposentados, idosos e professores da rede municipal, porém o governo não nos
beneficia com absolutamente nada, nenhum tipo de apoio ou insenção fiscal em
determinado imposto para concedermos estes descontos, com isso os produtores
teatrais e os espaços culturais tem grande dificuldade no retorno dos
investimentos realizados na produção de espetáculos, com isso muitas vezes o
consumidor final acaba pagando mais caro pelo seu ingresso sem entender o
porque, com isso acaba culpando o espaço e as produções dos espetáculos. A
falta de apoio a cultura é sem duvida a principal dificuldade.

Crowdfunding para game 100% nacional

postado em by Leão em Notícias | 2 comentários


Tentando capitalizar na nova “moda” do crowdfunding: a criação de jogos, a ACIGAMES e a Gameblox Interactive estão tentando trazer o Pier Solar pra Download e DVD.

Obviamente que eu apoio 100% esse tipo de iniciativa e espero que dê muito certo não só para esse jogo, mas que esse modelo se torne um modelo viável para que possamos desenvolver cada vez mais jogos nacionais.

No entanto, um dos diferenciais dos projetos que dão certo com crowdfunding aqui nos EUA – e ouvi isso da boca de executivos do Kickstarter – é a qualidade do projeto. Tomara que essa ideia pioneira da Gameblox não nos decepcione, pois pode ser um divisor de águas na  indústria nacional.

Supostamente mais informações deveriam ter sido divulgadas há dois dias, mas não as encontrei. Assim que souber de algo, posto aqui.

Se você é ¨das antigas¨ ou fã de RPGs, pode até não ter mais um Mega Drive, porém terá vontade de ¨desenterrar¨ algum para jogar ¨Pier Solar¨. Pier Solar é um RPG dirigido por um brasileiro, Tulio Adriano Cardoso Garcia, e lançado em 2010 para Mega Drive no maior cartucho já lançado para a plataforma: 64 MBs. Porém, como o jogo foi lançado apenas em cartucho, poucos brasileiros tiveram a chance de adquirir, devido a custos de importação e falta de cartão internacional. Mesmo assim, as vendas do jogo no Brasil foram boas, superando o Canadá por exemplo.

A Acigames anunciou na Game World 2012 uma parceria entre produtoras brasileiras para criação de uma versão 100% nacional do game: ¨Pier Solar – Story Complete¨, em formato digital para download e DVD. Baseado no jogo de mega-drive, o game não será apenas um ¨port¨, oferecendo uma história expandida, gráficos totalmente recriados em 2D de alta definição e linguagem em português, para PC e Mac. De jogabilidade, as tradicionais batalhas em turnos continuam presentes, com um balanceamento ainda superior.

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Edital Rumos Itaú Cultural

postado em by Camila em Notícias | Comente  

O Itaú Cultural lança, por meio do programa Rumos, três novos editais: Cinema e Vídeo, que chega à sua sétima edição; Dança, na sua quinta edição; e Moda e Design, inédito.

Acesse o texto completo de cada um deles. Para se inscrever, você deve primeiro acessar sua conta. Caso não tenha uma, cadastre-se. Em caso de dúvidas, veja se sua questão foi respondida no FAQ ou nos envie uma mensagem!

Pioneiro e Abrangente

Principal linha de atuação do instituto, o Rumos Itaú Cultural foi criado em 1997 para localizar, apoiar e difundir projetos artísticos e culturais, por meio de edital público e comissão autônoma. O programa foi pioneiro no mapeamento do que é produzido em arte e cultura no Brasil contemporâneo, mobilizando pesquisadores, artistas, especialistas e instituições de todo o país.

Em 2011, completaram-se 14 anos de atividade. Nesse período, foram cerca de 24 mil projetos inscritos e 990 projetos apoiados em Arte Cibernética, Artes Visuais, Cinema e Vídeo, Dança, Teatro, Educação, Jornalismo Cultural, Literatura, Música e Pesquisa Acadêmica. O trabalho dos selecionados foi exposto para mais de 3 milhões de pessoas, no instituto e em itinerância pelo Brasil e pelo restante da América Latina.

Além disso, as obras foram divulgadas por mais de 900 emissoras parceiras de rádio e televisão. O material permanece disponível no nosso site. Lá, você acessa os selecionados anteriores de Cinema e Vídeo e Dança, assim como os das demais áreas. O dia a dia do Rumos – mapeamento, ações de divulgação e itinerância e eventos em geral – é informado pelo site e por um blog especial.

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Divulgação

Ditribuição DIY

postado em by Camila e Leão em Análises | Comente  

No nosso último post sobre o marketing e distribuição de um produto audiovisual independente, vamos falar especificamente da Distribuição “que interessa”: a Faça-Você-Mesmo ou Do It Yourself (DIY).

Até agora, sempre que comentamos sobre a distribuição, usamos como exemplos os canais tradicionais como cinema, mercados auxiliares, etc. No entanto, essas opções geralmente só estão disponíveis a filmes maiores, que tenham conseguido um acordo com alguma das grandes empresas nacionais de distribuição, como Globo Filmes, PlayArte, Disney, Warner, etc.

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Sundaytv exibe especial de Mazzaropi

postado em by Camila em Notícias | 2 comentários

Em homenagem ao centenário de nascimento do diretor e comediante brasileiro Amácio Mazzaropi, o Sundaytv, serviço de vídeo on-demand do Terra, promove um especial que reúne 24 filmes do artista para assistir online.

Entre eles estão títulos como “O Corintiano”, “Sai da Frente” e “Jeca Tatu”, inspirado no personagem de Monteiro Lobato.

O valor do aluguel de cada filme é a partir de R$3,90 e assinantes do serviço assistem de graça.

Vou colar aqui também um trecho de um ótimo texto sobre o gênio Mazzaropi:

o ator, diretor e produtor de cinema Amácio Mazzaropi completaria 100 anos nesta segunda (9/4). Nascido em São Paulo, em 9 de abril de 1912, o maior ícone de massas do cinema brasileiro arrastou multidões às salas de exibição e imortalizou a figura do jeca, o caipira destrambelhado e esperto, quase sempre em choque com a modernidade.

Para Paulo Duarte, autor do livro “Mazzaropi – Uma Antologia de Risos”, os filmes do ator e diretor emulam um tempo de inocência ao mesmo tempo em que registram a transição para o tipo de mundo no qual convivemos hoje nas grandes cidades. “Na tela, ele já mostrava o conflito do homem do campo chegando à cidade e se deparando com a tecnologia e as novas modas. E ele foi muito esperto: pegou a figura do jeca criada no teatro pelo Genésio Arruda (1898-1967) e a adaptou ao tipo de espectador que procurava seus filmes, justamente as pessoas que vinham do interior e estavam construindo o país”, aponta Duarte. “Esse público se identificava fortemente com aquela figura. Foi uma sacada muito consciente que posicionou Mazzaropi dentro de um contexto histórico”.

 

Jeca Tatu

De fato, o próprio Mazzaropi, em entrevista à revista Veja em 1970, respondia assim à pergunta sobre o que ele oferecia ao público: “Distração em forma de otimismo. Eu represento os personagens da vida real. Não importa se um motorista de praça, um torcedor de futebol ou um padre. É tudo gente que vive o dia-a-dia ao lado da minha plateia”.

“Hoje, se alguém desejar estudar o enorme movimento migratório campo-cidade, advindo da industrialização da capital paulista, e como isso influenciou nestes dois grandes grupos sociais paulistas – o caipira do interior e o burguês da capital -, esse alguém necessariamente terá de estudar Mazzaropi”, afirma o crítico Celso Sabadin, que prepara um documentário em celebração ao centenário do comediante, morto em 1981, aos 69 anos, de câncer na medula óssea.

O Vendedor de Linguiça

O resultado desse diálogo é que Mazzaropi enriqueceu fazendo cinema. Paulo Duarte, na verdade, frisa: “Ele não ficou milionário, ele ficou bilionário”. Celso Sabadin complementa: “Quando ele foi convidado para trabalhar na Cia. Cinematográfica Vera Cruz (vindo de uma carreira no rádio e na TV), ele tinha 39 anos e já estava rico. O cinema só o tornou mais rico ainda”.

Nem tinha como ser diferente. Nenhum dos 33 filmes que Mazzaropi protagonizou foi fracasso comercial, e a maioria deles – como “Candinho” (1954), “Chico Fumaça” (1956), “Jeca Tatu” (1960), “O Lamparina” (1964), “O Corintiano” (1967) e “Jeca contra o Capeta” (1976) – levava de três a seis milhões de espectadores às salas em todo o país. Esperto com os negócios, Mazzaropi passou a ser seu próprio produtor de 1958 em diante. Com isso, ficava com os lucros dos filmes, conseguiu fundar os próprios estúdios e criou uma indústria autossustentável.

O Corintiano

Invariavelmente, estreava um novo título sempre no dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, e ia pessoalmente apresentar algumas das sessões, conversando com o público e contando piadas no palco. “Ele foi a prova de que era possível fazer cinema de mercado no país”, afirma Celso Sabadin. É bom lembrar que essa indústria montada por Mazzaropi não contava com ajuda da TV (como aconteceria com filmes da Xuxa e dos Trapalhões algum tempo depois) e vinha num momento posterior aos debacles de estúdios como Cinédia, nos anos 1930, Atlântida, nos 1940, e da Vera Cruz, nos 1950.

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Canais de TV aumentam participação em produção de filmes

postado em by Camila em Notícias | Comente  

Apesar desse movimento ser natural e esperado, eu vejo notícias como essa de duas maneiras:

1 – Com muita alegria, pois se empresas sérias como a Globo estão se mostrando cada vez mais abertas à investir na distribuição e produção de filmes nacionais, significa que o mercado para tal produto existe e é relevante o suficiente para que enormes conglomerados de mídia se interessem nele.

2 – Com certa preocupação, já que, se o mercado existe e está se desenvolvendo cada vez mais, ter majoritariamente grandes empresas como importantes players pode significar uma menor dinamicidade de idéias e fluxo de capital. Claro que isso não é problema da Globo, por exemplo. As pequenas empresas como a distribuidora Nossa Filmes é que tem que se impor e mostrar força nesse mercado.

Enfim, o que vocês acham?

Reportagem do jornal O Globo deste domingo (8/4) mostra como cresceu nos últimos anos no Brasil o número de filmes produzidos por canais de TV. Desde 1998, com o surgimento da Globo Filmes – braço da Rede Globo para cinema -, a aproximação entre a televisão e a sétima arte tem se fortificado.

A empresa já participou da produção de 110 longas nacionais, de documentários como “Cartola” (2007) a blockbusters como “Tropa de elite 2″ (2010). O que vem mudando no cinema brasileiro, porém, é que outras emissoras têm seguido o exemplo, investindo sistematicamente em filmes e dando uma nova cara ao mercado.

“É uma maneira de estreitar a relação com o cinema e de trazer um conteúdo para o canal com exclusividade. Quando um filme roda festivais, ele já chega no canal badalado, há um interesse formado”, afirma André Saddy, gerente de marketing e projetos do Canal Brasil.

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Discovery diz que novas regras são “desafio e oportunidade”

postado em by Camila em Notícias | Comente  

Interessante a maneira de pensar do CEO e dos executivos da Discovery. Ao invés de ficar chorando pelos cantos como vi alguns criadores de conteúdos estrangeiros, ele vê essa mudança da legislação brasileira como um desafio E uma oportunidade.

Ele acha, inclusive, que o conteúdo local criado para cumprir a cota possa ser exportado, o que representa uma excelente mandeira de encarar essa nova realidade da TV fechada brasileira.

Ponto pra Discovery!

O presidente e CEO da Discovery Communications e dois dos principais executivos da Discovery Networks International (DNI) não veem a nova legislação da TV por assinatura brasileira como um grande problema. “Nós somos outro tipo de animal”, disse David Zaslav, presidente e CEO da Discovery Communications, ao explicar que o grupo de mídia procura trazer sempre o conteúdo local aos seus canais, sem perder a identidade de um grupo internacional.

Segundo Mark Hollinger, presidente e CEO da DNI, parte dos canais da programadora no Brasil já contam com grande oferta de conteúdo local. Em relação à obrigação de venda de publicidade através de agência brasileira, o principal executivo da DNI diz que conta com uma experiente equipe comercial local, que garantiu que poderá trabalhar com as novas regras. “A cota de canais locais é o que deve criar maior impacto para as programadoras estrangeiras”, completou o executivo.

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Globo direciona programas infantis para TV paga

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Achei essa decisão da Globo extremamente acertada e que abre espaço para uma programação diferenciada na parte da manhã.

Claro que é triste ver a programação infantil matinal com a qual todos nós crescemos ir para a TV fechada, mas, do ponto de vista comercial a decisão faz sentido.

Além disso, a Globo consegue colocar esse produto de nicho em uma plataforma de nicho, o que é sempre um reposicionamento inteligente.

A Rede Globo de Televisão decidiu extinguir sua faixa matinal de conteúdo infantil. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a emissora teria alegado que a grade infantil não dá nem audiência, nem receita publicitária. Por isso, as produções voltadas às crianças vão ser direcionadas aos canais de TV por assinatura.

Segundo a Globo, essa é uma tendência internacional, pois o espaço da TV paga é menos sujeito a controle externo, como classificação indicativa e proibições à publicidade infantil, limite à propaganda de alimentos e ao uso de desenhos para “seduzir” o público-alvo.

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Film Planet muda para Planet e será “comunidade de produção”

postado em by Camila em Notícias | 1 comentário

Olha que conceito bacana que a Film Planet encontrou pra poder enfrentar a enorme competição entre as produtoras no Brasil: se reestruturou pra ser uma empresa de serviços.

Assim, sendo uma “consultora”, a Planet tenta criar um mercado diferente dentro da indústria.

Vamos ver se a demanda para tais serviços existirá. Mas essa idéia de redução total de custos e ser uma empresa extremamente “lean” é interessante e com enorme potencial, se a logística de produção não for afetada.

A produtora Film Planet anunciou uma mudança de nome e de conceito. A partir de agora a empresa se chama apenas Planet – The Production Company, e se focará na prestação de serviços de produção para todo o tipo de conteúdo: publicidade, cinema, TV, teatro, música etc.

A ideia é aproveitar a experiência e os talentos da produtora, que tem 21 anos e 3,5 mil comerciais no portfolio, mas sem manter uma estrutura fixa. A Planet prestará serviços pontuais ou completos para outras produtoras ou agências.

“Qualquer produtora do mercado é um potencial cliente”, conta a diretora Flavia Moraes, incluindo a si própria na lista, pois pretende abrir um selo próprio para a produção de conteúdo.

A produtora manterá seus escritórios em São Paulo, Rio, Buenos Aires e Los Angeles.

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